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Yaha Trade - Eficiência no comércio exterior

7
janeiro
2018
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Quais as diferenças entre dólar comercial, dólar turismo e paralelo?

Com os diferentes tipos de cotação de dólar divulgados em notícias da televisão e sites de economia, é comum surgir a dúvida sobre qual delas considerar para a sua necessidade e também o por quê da diferença de valores entre cada uma. No Brasil, existem três classificações para a cotação do dólar americano – dólar comercial, dólar turismo e dólar paralelo – e, cada uma é utilizada para determinada finalidade, de acordo com a natureza da operação. Para envio de dinheiro para uma conta no exterior ou importação de equipamentos para uma empresa, por exemplo, vale a taxa de câmbio comercial ou turismo? E para a compra de moeda para levar em viagem ao exterior? Veja como cada uma funciona e descubra qual taxa deve ser utilizada para cada caso.

Câmbio comercial

O câmbio comercial é a taxa referência do mercado, negociada entre bancos comerciais e empresas, com o objetivo de fechar suas posições no comércio exterior e remessas de capitais. Para pessoa física, a cotação à taxa do câmbio comercial é utilizada quando realizam remessas para manutenção de residentes no exterior, pagamento ou recebimento pela prestação de serviços, fins educacionais, científicos e culturais e algumas outras transações.

Como estas operações acontecem durante todo o período de expediente bancário, as taxas podem variar a cada momento. Ao final do dia, no fechamento do mercado, é calculada uma taxa de câmbio média entre todas as operações. A chamada Ptax, que fixa a cotação oficial do dia, é formada por valores de importação, exportação, compra e venda do financeiro das empresas e também compra e venda entre os bancos (interbancário). A média de todas essas transações é verificada pelo Banco Central para formar a taxa.

Percebe-se aí que a cotação comercial é definida pelo mercado, porém o Banco Central do Brasil pode intervir, com a compra ou venda de moeda, para que o valor dela seja mantido estável e evite uma desvalorização muito acentuada (ou valorização, conforme o caso).

Câmbio turismo

Já a taxa de câmbio turismo é utilizada nas operações de compra e venda de moeda para utilização em viagens ao exterior, despesas em estabelecimentos internacionais, transações de turismo no exterior e débitos em moeda estrangeira no cartão de crédito e cartão de viagem pré-pago. Mas por que o valor desta é superior em relação à cotação do câmbio comercial? Esta taxa incorpora todos os custos envolvidos desde a importação do papel-moeda do país de origem até a colocação nas corretoras de câmbio e bancos, tais como taxas bancárias, impostos, transporte, estoque de moeda, manutenção e seguro em caso de roubo, entre outros.

As moedas exóticas, assim chamadas por serem menos negociadas no mercado/menor demanda, tem uma diferença de taxa ainda maior em relação ao câmbio comercial e câmbio turismo. Mas por que ainda maior? Devido à baixa disponibilidade delas no mercado, pois os bancos compram-nas em menor quantidade, as margens de negociação se reduzem e sobe a taxa de venda. Além disso, tem o risco de manter a moeda exótica em estoque e a baixa demanda pode fazê-la “encalhar” por um maior tempo, então o risco da moeda oscilar entre o momento da compra da moeda e a venda para o cliente aumenta.

Câmbio paralelo

O câmbio paralelo é um mercado “não oficial“ e, portanto, sem supervisão do Banco Central; por isso, considerado ilegal. Tal cotação só existe porque transações fora dos meios oficiais movimentam uma considerável quantia de dinheiro, mas este tipo de transação é considerado criminoso e clandestino, sujeito a penalidades, por não seguir a legislação vigente. Está relacionado à operações de desvio e lavagem de dinheiro, sonegação e tráfico. Por isso, procure sempre uma corretora de câmbio credenciada ao Banco Central do Brasil, para garantia de legalidade da operação.

Para não correr o risco de realizar transações ilegais é importante procurar uma casa de câmbio confiável. A MultiMoney Corretora de Câmbio é credenciada ao Banco Central do Brasil e trabalha de acordo com a legalidade para a segurança das operações.

Fonte: Massa News


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